06-04: Relação de “boleiro” com torcedor

As linhas: “ A irritação de Luis Fabiano tem a ver com informações divulgadas na imprensa sobre críticas que dirigentes do São Paulo estariam fazendo a ele nos bastidores. Ficou a impressão de que há no Morumbi cartolas interessados em minar seu trabalho…principalmente por Luis Fabiano frequentemente estar suspenso em jogos importantes do time. Após a vitória sobre o Bragantino, o atleta disse que ‘algumas coisinhas estão acontecendo. É o momento, o ambiente. São coisas que às vezes ficam minando o trabalho’. Nesse cenário, ele lembrou em entrevista que ‘abriu mão’ de muita coisa para voltar ao São Paulo e que recusou oferta do Corinthians, atual campeão da Libertadores e Mundial. “ (Fonte: Blog do Perrone, UOL)

As entrelinhas: Comentário de um internauta, publicado no mesmo blog, que mostra como o torcedor está vendo os nossos grandes jogadores:Ora bolas, Luis Fabiano está triste, com um salário de R$ 400 mil, com um carro que só usa para levá-lo ao treino de U$ 350 mil. Tristes, meus amigos estamos nós, aposentados, que trabalhamos a vida inteira, contribuindo ao INSS, e temos nossos salários defasados ano a ano, e não temos com quem reclamar. Nós não temos  nem direito de fazer uma greve, quem iria nos apoiar? Não temos assistência medica, o SUS, está ai para todos verem, vivemos na pendencia de algum filho poder ajudar-nos a sobreviver dignamente…e esse jogador de futebol que ganhou graciosamente o Dom do Senhor, vem dizer que está triste A distância (física) que separa os brasileiros comuns de nossos melhores jogadores que estão na Europa e as distâncias (financeira e de modo de vida) causadas por certa ostentação de pseudo craques acabou com a empatia que já houve entre o povo e – particularmente – nossa seleção.

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30-03: Basquete renasce no Brasil

As linhas: ” Uma cesta de três de Rafael Mineiro a quatro décimos do término colocou um ponto final na possibilidade de o Brasília quebrar o recorde de vitórias seguidas no Novo Basquete Brasil (NBB). Com a vitória por 92 a 89, nesta quinta-feira (28mar), em São Paulo, o Pinheiros acabou com a invencibilidade de 16 jogos do atual campeão da competição. Quem agradeceu pelo resultado foi o Flamengo, que bateu o Palmeiras e permanece folgado na liderança, além de continuar ostentando a não alcançada marca de 20 vitórias seguidas (obtida na temporada 2008/09). O Brasília segue na vice-liderança (25 vitórias e cinco derrotas), enquanto o Pinheiros ocupa a quinta posição na tabela (20 vitórias e 10 derrotas).  (Fonte: globoesporte.com)

As entrelinhas: Em sua quinta temporada, o Novo Basquete Brasil, apoiado por empresas patrocinadoras e pela rede Globo, traz de volta a nosso País as emoções de um esporte que já foi o segundo mais popular no Brasil. Com dezoito equipes masculinas participantes, representando de Fortaleza/CE a Joinville/SC, o campeonato segue uma forma que lembra a NBA, com turno e returno e os playoffs com os oito melhores classificados. Apesar de que a metade das equipes estão no Estado de São Paulo, velhas e novas sadias rivalidades trazem grande público às quadras. Jogadores estrangeiros e vários brasileiros ‘repatriados’ dão um tom especial à disputa. A participação do Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres, mais a presença de brasileiros na NBA, mostra que estamos no caminho certo para voltarmos a ser potência mundial.

23-03: Uma nova família Scolari?

As linhas: ” O treinador Luiz Felipe Scolari após o empate do Brasil contra a Itália por 2 a 2 confirmou o que já parecia evidente durante a passagem da seleção por Genebra (Suíça): Neymar está sendo blindado. O jogador não participou de nenhuma das entrevistas organizadas pela assessoria de imprensa da CBF durante a preparação para o amistoso. Felipão afirmou ainda que disse a Neymar que ele será tirado de debaixo dos holofotes sempre que servir à seleção. ‘Coloquei a ele que na seleção ele será muito menos exposto que no Santos. O Neymar será mais resguardado que no clube, onde ele precisa cumprir uma série de compromissos. O Neymar é centrado, equilibrado’, ponderou o treinador.” (Fonte: portal UOL, mostrando o lado “Paizão” de Felipão, que marcou particularmente suas passagens pelas seleções que dirigiu).

As entrelinhas: Quando o assunto é futebol, antes de emitir qualquer opinião gosto de passar os olhos pelos principais blogs do assunto para ler as mensagens dos internautas. Aí sinto o pulso do que pensa nosso povo. Algo que me chama a atenção, faz um bom tempo, é a falta de empatia entre a “canarinha” e o torcedor brasileiro. Talvez porque a maioria dos jogadores esteja há anos fora do País, talvez porque sua remuneração e modo de vida sejam desproporcionais ao que produzem em campo. O fato é que este grupo precisa melhorar muito para conseguir algo na Copa das Confederações e particularmente na Copa do Mundo de 2014. Difícil dizer se Scolari vai conseguir formar outra família, como fez com o Brasil do pentacampeonato e com a Seleção de Portugal. Mas uma coisa é certa: um afilhado já é membro desta eventual família, o poderoso Hulk…..

17-03: A Ferrari favorece Alonso?

As linhas: “Para o brasileiro, ficou a sensação de que o pódio era possível. Ele saltou da quarta para a segunda posição na largada e se posicionou logo à frente do companheiro de equipe nas primeiras voltas. Alonso pressionou, mas desta vez Massa não cedeu. O espanhol só ganhou a posição por ter parado antes em seu segundo pit stop, tendo sido favorecido pela estratégia. Prejudicado por ela, Felipe chegou a reclamar com seu engenheiro Rob Smedley pelo rádio: ‘E agora, o que fazemos?’. (fonte: UOL, comentando o resultado do GP da Austrália, o primeiro do ano, onde Alonso foi segundo e Massa o quarto classificado).

As entrelinhas: Claro que favorece. Assim como a RBR protege Vettel, como a Lotus favorece Raikonnen e por aí em diante. Vamos deixar de lado o romantismo e esquecer do tempo em que Senna e Prost corriam pela mesma equipe, em condições iguais. Hoje é puro business e ponto final. As equipes de ponta tem primeiro piloto e escudeiro. Dom Quixote e Sancho Pança. A diferença de premiação, ao final da temporada, atribuída à equipe campeã e à vice é enorme, e sucessivamente – muito maior do que o prazer de ter o número 1 na fuselagem do bólido no ano seguinte. Portanto, “trabalho em equipe” é o nome do jogo e não adianta mimimi.