25-03: Collor, hoje, seria pizza…

As linhas: ” Pão e Circo – Em Brasília, as suspeitas de superfaturamento de preços atingem da suntuosa obra do Estádio Nacional à compra de alimentos básicos que compõem a merenda escolar (Veja, 20mar2013). No CNJ, Joaquim Barbosa ataca conluio de juízes e advogados – Em julgamento no CNJ, o presidente do Supremo diz que existem ‘decisões graciosas, condescendentes e fora das regras’ por causa da relação entre magistrados e defensores (Correio Brasiliense, 20mar2013). ” Lula levou diretor da Odebrecht em viagem oficial à África – Na única viagem internacional em que o ex-presidente Lula foi designado representante oficial do governo Dilma Rousseff, o petista pôs entre os membros da delegação um diretor da Odebrecht (Folha, 24mar2013, confirmando que a relação de Lula com empreiteiras é próxima: elas pagaram quase a metade de suas viagens internacionais como ex-presidente).

As entrelinhas: A velocidade e a profundidade com que se renovam os “malfeitos” (palavra celebrizada pela Presidenta Dilma) faz com que não haja tempo da população pensante do Brasil assimilar tanta informação. Fica a sensação de impunidade permanente e “não há o que se fazer”. Por isso entendemos, tivesse sido hoje a entrevista do falecido Pedro Collor à revista Veja publicada em 27/5/1992, seu irmão Fernando Collor de Mello continuaria Presidente até o final de seu mandato. Pois se até o líder dos “caras pintadas” de então, hoje Senador Lindbergh Farias, tornou-se o ex-Prefeito mais processado da cidade de Nova Iguaçu/RJ e é candidato potencial à Prefeitura do Rio de Janeiro… Novos tempos!

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